6 regras de ouro para você comer em equilíbrio ácido-alcalino

Os princípios fundamentais que devemos ter conta para escolher adequadamente as proporções de alimentos acidificantes e alcalinizantes podem ser resumidos em três regras gerais, às quais podemos juntar mais três regras suplementares para pessoas que padecem de debilidade metabólica contra os ácidos.

Estas regras irão ajudar você a atingir o equilíbrio ácido-alcalino de seu organismo e a mantê-lo em esse estado saudável.

comer em equilíbrio ácido-alcalino

6 regras de ouro para você comer em equilíbrio ácido-alcalino

REGRA # 1 – Uma refeição nunca deve ser composta somente de alimentos acidificantes, devendo sempre incluir alimentos alcalinizantes

Uma refeição de carne e massas, ou peixe e arroz, com um bolo como sobremesa acompanhado por café, não é definitivamente um menu recomendável porque é composto inteiramente de alimentos acidificantes. O mesmo é verdade para uma refeição de massas e molho de tomate com uma sobremesa açucarada.

Adicionando vegetais (sob a forma de saladas, vegetais crus ou cozinhados), o aporte de alcalinidade alimentar compensaria, pelo menos em parte, os ácidos. Estes vegetais estão por vezes presentes nas refeições, mas geralmente em quantidades tão pequenas que o seu efeito é insignificante. E, isso nos leva à segunda regra.

REGRA # 2 – Em uma refeição, a quantidade de alimentos alcalinizantes deve ser maior do que a de alimentos acidificantes

A proporção entre alimentos promotores de alcalinidade e alimentos formadores de ácidos deve sempre ser favorável aos alimentos alcalinizantes. Dessa forma, os ácidos podem ser neutralizados a nível intestinal ou nos tecidos, sem que o corpo tenha necessidade de usar as suas reservas alcalinas.

REGRA # 3 – A proporção de alimentos alcalinizantes será tanto mais importante quanto a acidificação do corpo seja mais pronunciada, ou quanto a pessoa esteja metabolicamente fraca para combater os ácidos

Quando dizemos que uma pessoa é “metabolicamente fraca contra os ácidos”, queremos dizer que a pessoa não tem recursos para neutralizá-los.

Quanto mais esgotado ou débil está o organismo, menos reservas alcalinas tem disponíveis para os sistemas tampão que controlam o pH, sendo menos capaz de neutralizar os ácidos. Alterando a dieta de modo a ingerir menos quantidade de alimentos formadores de ácidos, irá aliviar os esforços do corpo para manter o equilíbrio ácido-alcalino.

 

A estas 3 regras gerais podemos juntar mais algumas especialmente para pessoas com fraqueza metabólica contra ácidos…

REGRA # 4 – As quantidades de alimentos acidificantes devem ser adaptadas às capacidades metabólicas pessoais

A debilidade metabólica face aos ácidos raramente é definitiva, sendo muitas vezes mais ou menos pronunciada consoante cada pessoa (e/ou circunstâncias: estresse, fadiga, ansiedade, medo, etc.). Isto significa que cada pessoa suporta uma determinada taxa de ácidos, que não deve exceder, sob risco de transbordar as suas capacidades funcionais.

Se a quantidade de ácido ingerida for inferior a essa “taxa”, o corpo consegue neutralizá-lo e nenhum problema de acidificação se manifestará. Assim sendo, algumas pessoas muito sensíveis estão bem conscientes que podem comer metade de uma maçã golden, mas não mais, enquanto que um quarto de uma maçã reineta já pode ser demais. Portanto para uma pessoa, um alimento pode ser acidificante para além de uma certa quantidade, mas alcalinizante ou neutro em menor proporção.

Resumindo, os alimentos ácidos pode ser ingeridos por pessoas metabolicamente fracas, se a quantidade consumida for adaptada à sua capacidade de os neutralizar. O limite de tolerância é uma caraterística individual e pode variar ao longo do tempo. Cada pessoa pode e deve descobrir os seus limites por experiência e observação.

REGRA # 5 – Alimentos ácidos não devem ser consumidos com muita frequência

Uma pessoa que padece de debilidade metabólica contra os ácidos, mas que se encontra em equilíbrio ácido-alcalino, conseguirá lidar com uma ingestão aguda de ácidos recorrendo às suas reservas alcalinas – se esse consumo for a exceção e não a regra. Sendo um acontecimento isolado, o equilíbrio ácido-alcalino não será comprometido.

No entanto, demorará algum tempo até as reservas alcalinas serem repostas e o corpo poder voltar a lidar sem prejuízo com um novo aporte de alimentos acidificantes. Agora, se o consumo de mais alimentos formadores de ácidos ocorrer passado pouco tempo, o organismo terá que recorrer às suas reservas, que foram recentemente atacadas e estão diminuídas. Estas podem então ser insuficientes e o equilíbrio ácido-alcalino ficará comprometido. Poderão então manifestar-se distúrbios de acidificação, não porque o próprio corpo é incapaz de neutralizar os ácidos, mas porque os alimentos acidificantes foram ingeridos com pouco tempo de intervalo.

Aumentando os tempos de intervalo entre a ingestão deste tipo de comidas difíceis de metabolizar, a tolerância pessoal relativamente a esses alimentos é aumentada.

REGRA # 6 – Os alimentos ácidos somente devem ser consumidos quando o corpo está pronto para recebê-los

Um provérbio árabe diz que “a laranja de manhã é ouro, à tarde prata e à noite mata”. Mas, para as pessoas que sofrem de fraqueza metabólica é precisamente o oposto: As laranjas e frutas em geral são prejudiciais na parte da manhã, e muito mais benéficas à tarde ou à noite. A razão para isso é que o seu “motor orgânico” ao final do dia já teve tempo de aquecer e trabalhar de forma normal.

Na verdade, algumas pessoas demoram a acordar fisicamente ao levantar de manhã. O coração bate mais intervaladamente, a sua pressão arterial é baixa, as trocas celulares e, portanto, as oxidações, entre outras coisas, correm mais lentamente. Somente depois de se ter ativado por várias horas, e depois de tomar uma refeição ou duas, é que o seu corpo atinge a velocidade de cruzeiro.

 

Para finalizar, e se você ainda não sabe como distinguir alimentos alcalinizantes e acidificantes PODE BAIXAR a “Tabela de pH dos Alimentos” AQUI <<<

 

NOTA: Este artigo foi traduzido do Espanhol (FONTE ORIGINAL: http://blog.alkalinecare.com/2016/03/10/7-reglas-de-oro-para-comer-en-equilibrio-acido-alcalino/)

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Author: Carlos Pereira

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